terça-feira, 3 de março de 2009

Agora não adianta fugir...

Quando leio a passagem bíblica referente a luta de Jacó com o Anjo [GN 32 e 33], aprendo que o cristão sério é alguém impulsionado por Deus a enfrentar a vida e, às vezes, algo acontece para que seja impedido de fugir das situações adversas. Jacó teve um passado de fulga. Ele e sua mãe planejaram algo horrível que abalou as estruturas de uma família. Jacó enganou o pai e subornou o irmão. O engano é mostrado pela maneira como se apresentou ao pai Isaque. Jacó se disfarçou de Esaú e conseguiu trapaçear tomando para si aquilo que pertencia ao irmão - a bênção da primogenitura. Esaú recebeu um suborno - ao voltar da caça estava faminto e a sopa de lentilhas de Jacó cheirava a ponto de servir como matéria para o desprezo momentâneo do irmão esfomeado do seu direito como herdeiro. Estes detalhes, depois de executados, provocaram o ódio, rancor, separação, choro, indignação, angústia e tantas outras consequências nocivas que Jacó necessitou fugir o mais rápido possível do seu convívio familiar. Porém, estar bem com Deus, significa ser santo e irrepreensível no agir e no falar. O traidor precisava acertar as contas com o traído. Vinte anos se passaram, mas era prioridade espiritual restaurar as roturas provocadas pelo pecado. No texto notamos que o Senhor veio e lutou com Jacó durante a madrugada. Um golpe na junta da coxa de Jacó deixou-o manco. Jacó era insistente. Lutou bravamente com o Senhor e teve o seu nome modificado para Israel, que significa princípe de Deus. Ali o Senhor o abençoou e o capacitou para um novo estilo de vida. Portanto, Israel estava impossibilitado de fugir devido aquele problema na articulação. Seu caminho era encarar o problema de frente. Mas a graça de Deus trouxe a este homem pecador a bênção de reconciliar-se com Esaú. Precisou enfrentar o medo, o rancor, a tristeza. Diz o texto em GN 33:4 que os irmãos se abraçaram e choraram muito. Este exemplo bíblico nos mostra que o Senhor deseja nos dar a vitória mediante as lutas que devemos enfrentar. Que o Senhor nos ajude e nos dê a maturidade para alcançarmos as bênçãos de forma coerente e corajosa. Lembremos que o Espírito Santo está habitando no coração do cristão, e Ele tem o poder de nos orientar em todas as coisas.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Algumas Lições da Parábola do Filho Pródigo

1. TEXTO: Lucas 15

2. INTRODUÇÃO: Não há coisa mais agradável para o nosso Deus como o arrependimento e a conversão de uma pessoa. A Palavra de Deus nos diz que o Senhor deseja que todos sejam salvos e que nenhum seja levado deste mundo para passar a eternidade no inferno por causa do pecado. Mas, infelizmente, nós sabemos quantas são as pessoas que estão optando pelo caminho largo e se desviam da Porta que está aberta para a presença de Deus e a vida eterna que se chama Jesus. O texto que nós apresenta Jesus recebendo “publicanos e pecadores” perto de si para lhes falar do amor de Deus. Além disso, há no meio “fariseus e escribas”, homens considerados religiosos, que entre si comentavam sobre esta abertura do Senhor em estar recebendo e participando da vida destas pessoas desprezadas pela religião judaica. Para tais religiosos “os pecadores” eram impuros e não mereciam se quer a direção da palavra. Mas Jesus quebrou estas regras humanas e desafiou a incompetência religiosa daqueles homens. Diz o texto três parábolas que falam da alegria celestial que acontece quando um pecador se arrepende. Na primeira parábola é a ovelha perdida que é encontrada. Na segunda é a drácma que é encontrada por sua dona. Por fim, a última é o retorno de um filho que se afastou de casa para desfrutar dos prazeres desta vida. Observemos que no final de cada parábola existe uma frase que nos faz acreditar nos festejos celestiais que acontece quando alguém tem um encontro com Jesus. Porém, a diferença entre as parábolas está nos seus personagens: Versos 3 a 7 – OVELHA PERDIDA – um animal irracional; Versos 8 a 10 – DRACMA PERDIDA – um objeto; Versos 11 a 32 – O FILHO PERDIDO – uma pessoa. Hoje nós vamos nos preocupar com a parábola do Filho Perdido e queremos colher algumas lições que podem ser mui úteis a nossa vida, estejamos nós, participando da casa do Pai ou distantes de Sua presença.

3. TRANSIÇÃO: Quais lições podemos colher da Parábola do Filho Pródigo?

4. DESENVOLVIMENTO:
1. “AS LIÇÕES NEGATIVAS”.
a) O pródigo não amava ao Pai...
b) Ele era egoísta...
c) Ele desperdiçou as bênçãos...
d) O irmão que ficara se revoltou com retorno do pródigo...

2. “AS LIÇÕES POSITIVAS”.
a) O pródigo caiu em si...
b) Ele resolveu reagir...
c) Ele foi aceito na casa do Pai...
d) A júbilo no céu quando um pecador se arrepende...

5. CONCLUSÃO: Jesus quer tirar os pecadores de entre os porcos e dar-lhe a oportunidade de participar da presença gloriosa do Pai, mas é preciso cair em si e tomar a atitude de dizer: eu vou para o Pai. Nós devemos amar ao nosso Pai Celestial e nos sujeitarmos a Ele. Devemos valorizá-lo como Ele é, porque Ele é assim conosco: “Ele provou que nos ama e nos salvou em Jesus Cristo mesmo nós sendo ainda pecadores” [RM 5:8]. Como Igreja de Jesus Cristo, necessitamos do preparo para receber pecadores e, junto com o Pai, perdoar os seus pecados. Que o Espírito Santo nos abençoe e nos ajude, em nome de Jesus, Amém!

O Senhor: meu Pastor e Amigo

1. TEXTO: Salmo 23:1-6
1. O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará.
2. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso;
3. refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.
4. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.
5. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.
6. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre.


2. INTRODUÇÃO:
Davi é o autor deste salmo considerado pelos estudiosos da Bíblia como o maior exemplo de Salmo sobre confiança.
Aqui nós vemos duas metáforas correspondentes à pessoa do Senhor.
Metáfora é a exemplificação de algo ou alguém através de outra coisa em que haja certa semelhança.
A primeira metáfora é a do Pastor.
A segunda metáfora é de um Amigo que recebe em sua casa o seu hóspede.
O rei Davi era pastor de ovelhas em sua mocidade (1º Samuel 17:15, 34-35) – Davi era profissional na área.
O rei Davi teve um grande amigo na sua juventude chamado Jônatas (1º Samuel 18:1-4; 19:1-7; 20:1-29).
Talvez Davi esteja fazendo uma comparação entre a fidelidade encontrada na amizade com Jônatas com a amizade fiel do Senhor dos exércitos.


3. TRANSIÇÃO:
O Senhor é aquele no qual nós podemos depositar toda nossa confiança. Porque: Ele cuida e é fiel para sempre. Como podemos compreender isto a partir deste Salmo?


4. DESENVOLVIMENTO:


4.1 – “O Senhor é nosso Pastor” (vv. 1-4)
No primeiro versículo nos deparamos com o termos SENHOR.
Que se significa o “Eu sou” na língua hebraica (Yahweh – Yeová).
Este nome era evitado pelos escribas pelo temor e respeito que estes homens tinham quando estavam escrevendo as Escrituras Sagradas – eles preferiam escrever Adhonai – que significa Senhor dos senhores.
Yahweh significa para Davi o mesmo que deve significar para nós – Senhor de toda a terra – o criador do universo – Aquele que existe por si só (ninguém o criou) – Aquele que se revela compassivo e salvador para como todos os seres humanos.
Yahweh é meu – um gesto não de posse, mas de reconhecimento de afinidade entre alguém que não é nada comparado Aquele que é tudo e pode todas as coisas.
Yahweh é meu pastor – o Senhor é aquele que guia a vida – é aquele que cuida – é aquele que defende do mal – é aquele que alimenta – é aquele que mata a sede – por fim, é aquele que traz tranqüilidade para a vida em todos os momentos.
Jesus é o pastor que viria para cuidar do povo (Isaías 40:11).
Jesus é o bom pastor (João 10:1-18).
Yahweh é meu pastor e nada me faltará – Aquele que criou todas as coisas se aproxima de alguém que não consegue realizar com plenitude aquilo que é necessário para que acha suficiência para uma vida abundante – quem está no aprisco do Senhor tem tudo – já dizia o compositor: “Quem tem Jesus tem tudo, quem não tem, não tem nada.
Todos os seres humanos deveriam estar no aprisco desde pastor, mas, infelizmente, isto não é fato e verdade.
Existem muitas ovelhas que não curtem os cuidados do Supremo Pastor – Jesus.
Existem ovelhas que estão dentro do aprisco (crentes), mas vivem fugindo do local onde está o pastor – estas ovelhas se machucam em suas aventuras pela vida, mas o supremo pastor vai atrás delas, as cura, as corrige, para o seu próprio bem.
Mais quais são as vantagens de estar junto ao SENHOR QUE É NOSSO PASTOR:
a) Nós encontramos repouso junto a pastos verdejantes e às águas de descanso – nós não ficaremos estressados correndo atrás do pão de cada dia, porque Ele sustentará nosso ser com boa comida e com boa água – nosso pão de cada dia nunca faltará – a condução do bom pastor nos trará alívio para aflição da vida – o pastor nos traz descanso.
b) Nós somos refrigerados interiormente – nós somos levados a uma renovação espiritual – o pastor nos leva a uma transformação interior – o pastor nos leva a uma conversão da alma – por mais doente que esteja a alma do ser humano o pastor consegue curar o interior do ser humano – refrigerar a alma é retratar a ovelha desgarrada que é trazida de volta (Isaías 49:5) – sendo assim, quem está no aprisco do Senhor sempre estará em um processo de cura e restauração íntima.
c) Nós seremos guiados pelos bons caminhos para a glorificação do nome do Senhor – o pastor conduzirá as suas ovelhas pelos caminhos que exaltam a o seu nome precioso. Na vida os seres humanos podem caminhar por duas veredas: uns caminham pelo Caminho (Jesus) – outros caminham por alguns caminhos (“Egocentrismo”). Nunca o bom pastor conduzirá as suas ovelhas por lugares que danifiquem a Sua própria qualidade de DEUS – existem muitas ovelhas que envergonham o seu Supremo pastor – as veredas da justiça representam os caminhos do amor, paz, alegria, esperança, solidariedade, entre Deus e os seres humanos e entre seres humanos e seres humanos.
d) Nós seres escoltados em todos os lugares e momentos pelo pastor – é no vale da sombra da morte que nos veremos sozinhos – o vale é símbolo de desolação, perigo, solidão – mas Davi quer dizer nestas palavras que nem mesmo na morte aquele que está sob os cuidados do pastor pode temer porque o Senhor é o único que pode guiar o ser humano através da morte – todos os outros voltam atrás – somente o supremo pastor acompanha a ovelha pelos lugares onde existem grandes ameaças. Por isso, a ovelha do bom pastor não deve temer mal nenhum porque o pastor está com ela – o bordão era uma vara que servia para defender as ovelhas dos animais ferozes – o cajado era para conduzir as ovelhas – o pastor nos defende com o seu poder e nos conduz com sua disciplina para uma vida segura e abundante.
O Senhor é nosso pastor.


4.2 – “O Senhor é nosso Amigo” (vv. 5-6)
Como é gostoso ser bem recebido em uma casa.
A gente se sente querido e amparado.
Se somos bem recebidos em qualquer lugar aprendemos a amar o nosso hóspede – aliás a hospedagem é algo extremamente importante e é tido como dom divino.
O Senhor é nosso amigo e Ele é o nosso hóspede.
Ele é nosso amigo e pode preparar um banquete (mesa) na presença dos nossos adversários (2º Reis 6:8-23 – o exército de Ben-hadade):
(8) "E o rei da Síria fazia guerra a Israel; e consultou com os seus servos, dizendo: Em tal e tal lugar estará o meu acampamento." (9) "Mas o homem de Deus enviou ao rei de Israel, dizendo: Guarda-te de passares por tal lugar; porque os sírios desceram ali." (10) "Por isso o rei de Israel enviou àquele lugar, de que o homem de Deus lhe dissera, e de que o tinha avisado, e se guardou ali, não uma nem duas vezes." (11) "Então se turbou com este incidente o coração do rei da Síria, chamou os seus servos, e lhes disse: Não me fareis saber quem dos nossos é pelo rei de Israel?" (12) "E disse um dos servos: Não, ó rei meu senhor; mas o profeta Eliseu, que está em Israel, faz saber ao rei de Israel as palavras que tu falas no teu quarto de dormir." (13) "E ele disse: Vai, e vê onde ele está, para que envie, e mande trazê-lo. E fizeram-lhe saber, dizendo: Eis que está em Dotã." (14) "Então enviou para lá cavalos, e carros, e um grande exército, os quais chegaram de noite, e cercaram a cidade." (15) "E o servo do homem de Deus se levantou muito cedo e saiu, e eis que um exército tinha cercado a cidade com cavalos e carros; então o seu servo lhe disse: Ai, meu senhor! Que faremos?" (16) "E ele disse: Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles." (17) "E orou Eliseu, e disse: SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o SENHOR abriu os olhos do moço, e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu." (18) "E, como desceram a ele, Eliseu orou ao SENHOR e disse: Fere, peço-te, esta gente de cegueira. E feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu." (19) "Então Eliseu lhes disse: Não é este o caminho, nem é esta a cidade; segui-me, e guiar-vos-ei ao homem que buscais. E os guiou a Samaria." (20) "E sucedeu que, chegando eles a Samaria, disse Eliseu: Ó SENHOR, abre a estes os olhos para que vejam. O SENHOR lhes abriu os olhos, para que vissem, e eis que estavam no meio de Samaria." (21) "E, quando o rei de Israel os viu, disse a Eliseu: Feri-los-ei, feri-los-ei, meu pai?" (22) "Mas ele disse: Não os ferirás; feririas tu os que tomasses prisioneiros com a tua espada e com o teu arco? Põe-lhes diante pão e água, para que comam e bebam, e se vão para seu senhor." (23) "E apresentou-lhes um grande banquete, e comeram e beberam; e os despediu e foram para seu senhor; e não entraram mais tropas de sírios na terra de Israel."
A mesa simboliza uma festa de celebração de vitória – por isso, Davi indica os seus adversários.
O maior adversário do ser humano é a morte – e Jesus venceu a morte (1ª Coríntios 15:54-57) – a mesa já está preparada para a grande festa – nós participaremos de uma mesa (banquete) que celebrará a vitória sobre o nosso maior adversário (a morte) (Apocalipse 19:11-18).
O amigo unge a cabeça dos seus convidados ilustres (Salmo 104:15; Lucas 7:46):
(SL 104:15) "E o vinho que alegra o coração do homem, e o azeite que faz reluzir o seu rosto, e o pão que fortalece o coração do homem."
(LC 7:46) "Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento.
Os que tem Yahweh por amigo foram ungidos pelo óleo do Espírito Santo de Deus e estão incluídos no livro da vida e isso é o suficiente para que estes possam participar da mesa do Senhor.
Certa tradução bíblica descreve o versículo 5b:
Tu me recebes como convidado de honra e enches o meu copo até derramar.
Ser convidado do Senhor é passar por momentos de plena satisfação e de uma boa recepção.
Ser hóspede do Senhor é mais do que ser um mero conhecido, convidado para o dia. É conviver com Ele. Há a sugestão de peregrinagem no quadro de um progresso que termina na casa do Senhor;
Portanto, ser hóspede do Senhor é desfrutar de sua amizade contínua e não somente num momento.
Isto sugere que o Senhor é um amigo para todos os momentos e que deseja receber a todos nós para o convívio em sua presença.
Misericórdia é a palavra da aliança, traduzida “bondade”, etc., sugere generosidade e apoio sólidos com os quais se pode contar na família ou entre grandes amigos.
No caso do Senhor, estas qualidades, além de serem sólidas e dignas de confiança, são vigorosas – pois seguir não significa aqui formar a retaguarda, mas, sim, perseguir, tão seguramente como Seus juízos perseguem os ímpios.
Habitar na casas do Senhor significa estar seguro para sempre – pois nem morte, nem vida...poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 8:38-39).
O Senhor é nosso Amigo.


4. CONCLUSÃO:
Nossas vidas devem ser marcadas pela constante tranqüilidade que temos em sermos agasalhados pelos cuidados daquele que cuida da gente como um pastor e também nos recebe em sua presença como um grande amigo.
Vivendo na presença do Senhor nada vai faltar em nossas vidas pois Ele cuida e nos ama.

A Honra do Pastoreio

Observo, nestes últimos anos que tenho exercido o ministério pastoral, que o primeiro sujeito a ser influenciado no campo é o próprio pastor. O sermão deve tocar-lhe o coração. A mensagem do domingo tem o seu ponto de partida na vida do pastor. Ele é o primeiro a ser moldado. Logicamente, isso pode gerar no interior do servo de Deus algumas indisposições, como: a) encarar a família que observa as "atitudes" do dia-a-dia; b) conscientizar-se de que aqueles irmãos mais chegados nos observam também; c) modificar os hábitos para a glória de Deus - isso não é fácil; d) conflitos emocionais; e) questionamentos pessoais sobre a fé; f) dar de frente com a realidade do quanto precisamos aprender mais. Existem outros fatos a notificar, porém o pastor que deseja se envolver de "corpo e alma" no ministério pagará o preço da "conversão gradual", ou seja, as pessoas notaram que o sujeito que sobe no púlpito é gente comum que vive debaixo da graça de Deus. Os pastores do dia-a-dia da Igreja não são aqueles "super-pastores" que possuem programas na rede televisão. Eles convivem com a Igreja, sofrem com as ovelhas, se alegram com elas, oram por elas, se esforçam para ajudá-las trazendo a orientação bíblica necessária para fazê-las capazes de enfrentarem a vida e serem vencedoras. Por isso, é uma honra estar no pastoreio, porém há um preço, às vezes muito caro que os escolhidos para este ministério pagam. Somos plenamente carentes das orações dos irmãos da Igreja. Necessitamos também de aconselhamento. Somos pessoas comuns que se ofereceram para servir Aquele que nos chamou para cuidar de Sua obra. Que Ele tenha sempre misericórdia e nos dê toda a sabedoria e ânimo para continuarmos e que nada nos impeça neste serviço honroso de prosperarmos para a glória de Deus. Que o Espírito Santo nos guie, em nome de Jesus.